Pai

13 de maio - 18 de junho

Na exposição com o título Pai, Paulo Brighenti prossegue a sua exploração da luz enquanto factor de definição e dissolução da imagem visual, apontando um tempo que é efémero e transitório. Pinturas e pequenas esculturas são ecos de um testemunho familiar que narra a travessia de uma fronteira entre territórios em conflito.

Biografia

Paulo Brighenti (Lisboa, 1969) vive e trabalha em Lisboa. Expõe desde a década de 1990. Entre as exposições individuais destacam-se: Père, Centro Cultural Português, Luxemburgo; Pai, Travessa da Ermida, Lisboa (2017); Let the dirt fall, let heads roll, Galeria Pedro Oliveira, Porto; Família, Galeria Baginski, Lisboa (2016); Skiin, Nässjö Konstall, Nässjö, Suécia (2015); Pó, Fundação Carmona e Costa, Lisboa; Pó, Rooster Gallery, Nova Iorque, EUA (2014); A Grande Fogueira, Appleton Square, (2013). Das exposições colectivas destacam-se Animalia e Natureza na Colecção do CAM, Centro de Arte Moderna – FCG, curadoria de Isabel Carlos e Patrícia Rosas (2015); Sincronias: Artistas Portugueses na Colecção António Cachola, MEIAC, Badajoz (2013); A culpa não é minha: Obras da Colecção António Cachola, Museu Colecção Berardo, Lisboa. Em 2002 ganhou o Prémio Revelação Fundação Arpad Sczenes – Vieira da Silva, Lisboa. O seu trabalho está representado em diversas colecções institucionais, nacionais e internacionais, das quais se destacam o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Banco de España, Madrid, ES; CGAC – Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela, ES; Colecção António Cachola, Fundação Carmona e Costa; Colecção PLMJ; Fundação Ilídio Pinho, Porto, Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, Lisboa.


Ermida de Belem

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