On Violence: As Plantas da Colonização

Sofia L. Borges
5/08/2017-7/09/2017
Curadoria: Madalena éme
On Violence: As plantas da Colonização

Podem as plantas ser uma expressão dos nossos antepassados colonizadores? Podem elas ser a demonstração viva da violência de um passado colonial com que, lentamente, nos passámos a identificar? O trabalho aqui proposto refere-se a fotografia, mais concretamente à primeira fotografia alguma vez publicada da Phoenix canariensis. Esta imagem manifesta esse passado que foi lentamente aceite em forma de plantas ornamentais. O projecto é um ensaio fotográfico e textual que procura essa fotografia por entre as inúmeras outras que se encontram espalhadas pelo país.

Biografia
Sofia L. Borges (1984)

Formada recentemente no MPhil em Cultural Studies pela Goldsmiths College financiado pela FCT, encontra-se neste momento no PhD em Film Studies pela UCL. Entre as formações anteriores encontram-se Artes Plásticas na ESAD.CR, mestrado em Ciências da Comunicação pela FCSH e MA Photography pela London Metropolitan University. Com uma investigação focada nos processos sociais e políticos de violência lenta e as suas representações, tem mantido uma relação teórico-prática que passa por publicações de trabalhos de investigação no âmbito do doutoramento, curadoria e exposições. Selecionada para o prémio Novo Banco Revelação no museu de Serralves em 2014, expôs na Drive Thru (Londres), The Politics of Estrangement, SAAS-FEE Summer Institute of Art (Suíça) e ‘Work Songs’, Year Of The Sheep Private View, Londres 2014. Tem trabalhado entre Portugal e Londres.

A Porta 11 da Travessa da Ermida
Curadoria: Madalena éme

A Porta 11 da Travessa da Ermida é uma iniciativa que se propõe a ser um dispositivo para a contemplação de Arte 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por Ano
Longe do caos e do consumo rápido e leviano de cultura, esta iniciativa, inserida no 11 da Travessa do Marta Pinto, procura interferir com quem se move e experiência uma pequena travessa em Belém.

O projecto pretende oferecer a contemplação de obras de arte sem a restrição horária, ao mesmo tempo que propõe aos artistas o desafio de explorar um espaço aparentemente bidimensional. Este novo “elemento público” procura, através da apropriação mensal de cada artista, abranger múltiplas áreas nas Artes como: Pintura, Escultura, Instalação, Ilustração, Graffiti, Vídeo, Fotografia e Desenho.






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