Vicente'12, Rever para crer

André Graça Gomes, MOOV+Miguel Faro
Curadoria: Mário Caeiro
8/09/2012-11/11/2012

Cultura de cidade, arte urbana
Belém, 8 Setembro a 11 Novembro 2012

Vicente 2012 traz novas ideias para dar corpo ao mito fundador da identidade de Lisboa. A segunda edição deste projecto de história e cultura urbana inclui uma intervenção na Travessa do Marta Pinto pelos arquitectos MOOV em parceria com o artista Miguel Faro, uma instalação de desenho por André Graça Gomes na Ermida N.ª Sr.ª
da Conceição e um programa de passeios, sob o mote do Romantismo, pelos actores/performers Nelson Guerreiro
e João Abel. Entre Setembro e Novembro de 2012, Belém volta a dar corpo a uma das histórias mais desconhecidas da nossa identidade, conferindo novas nuances aos valores eternos de VICENTE.

Vicente  –  projecto de cultura urbana

O projecto Vicente teve início em 2011 com um conjunto de instalações de arte pública originais (Jana Matejkova, André Banha, João Ribeiro + Carole Purnelle & Nuno Maya), uma instalação na Ermida Nª Srª da Conceição (Simeon Nelson), um projecto de Joalharia (Alexandra Corte-Real), a edição de uma publicação de referência sobre o Mito (José Sarmento Matos, Pedro Gadanho, Nelson Guerreiro, Mário Caeiro, Jana Matejkova,
André Banha, João Ribeiro + Carole Purnelle & Nuno Maya, Simeon Nelson, Alexandra Corte-Real) e um programa de passeios situacionistas (Nelson Guerreiro e João Abel).

Esgravatada a riqueza do mito vicentino, dar sequência a Vicente em 2012 é uma aposta na continuidadee no sucesso do conceito cultural e urbano que veio dar aos Corvos de Lisboa e ao Mito de São Vicente outras cores e sentidos contemporâneos. O projecto propõe uma revisão criativa e empreendedora do imaginário da cidade, sob o mote Rever para crer… o mito nunca é a preto e branco.

Em 2012, os artistas participantes – MOOV e Miguel Faro no espaço público, André Graça Gomes na antiga Capela, Alexandra Corte-Real na Joalharia e Nelson Guerreiro & João Abel nos passeios – fazem da arte um jogo de transfigurações inusitadas. Capazes de manifestar a sua imaginação nos materiais mais perecíveis e comuns, mas sempre com sentido de escala e comunicação com o público, estes criadores vão ao encontro das premissas do Projecto Travessa da Ermida: dar a ver Belém e Lisboa com outros olhos, ao mesmo tempo que, elevando-se nas asas de Vicente, vislumbramos a utopia do horizonte.



Ermida de Belem

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