do variado, o variante

Eunice Artur
13/01/2018-15/02/2018
A Porta 11 da Travessa da Ermida
Curadoria: Madalena éme

“do variado, o variante” é uma proposta que se relaciona com o movimento associado à passagem pelo Projecto Travessa da Ermida, movimento este que é passível de ser encontrado entre um andar à deriva e a sequência desse caminhar consistindo também num desenho, num registo de uma viagem e também numa partitura pensada para A Porta 11 da Travessa da Ermida.

Eunice Artur convida quem passa pela pequena travessa a uma nova interpretação com o objetivo de posteriormente, a partir de um conjunto de novas interpretações, que espelhem a relação entre viagem, imaginação e o lugar, dar ao desenho um corpo sonoro.

Biografia
Eunice Artur (1981)

Vive e trabalha em Lisboa. Mestre em Criação Artística Contemporânea pela (UA) com a tese ‘Errância Nómada - o desenho como reencontro de um lugar’, 2017. É licenciada em Artes Plásticas pela (ESAD.CR). Foi residente na Biennale Internationale du Lin de Portneuf no Québec, onde desenvolveu investigação dentro do tema relacionado com a errância e a viagem. Em 2017 ganha o 1.º Prémio Instituto Confúcio, na categoria de arte, Lendas da China. Colaborou com o paper ‘Sound as a medium, the performer as a medium’ no International Conference Electroacoustic Winds 2017: Synchresis - Audio Vision Tales conferência concentrada na relação entre som e imagem. A sua pesquisa passa pela fotografia, som, desenho, vídeo, escultura, instalação e a performance. Tem participado em vários exposições individuais e colectivas em Portugal, Espanha, Reino Unido, Itália, Grécia e Canadá.

A Porta 11 da Travessa da Ermida
Curadoria: Madalena éme


A Porta 11 da Travessa da Ermida é uma iniciativa que se propõe a ser um dispositivo para a contemplação de Arte 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por Ano
Longe do caos e do consumo rápido e leviano de cultura, esta iniciativa, inserida no 11 da Travessa do Marta Pinto, procura interferir com quem se move e experiencia uma pequena travessa em Belém.

O projecto pretende oferecer a contemplação de obras de arte sem a restrição horária, ao mesmo tempo que propõe aos artistas o desafio de explorar um espaço aparentemente bidimensional. Este novo “elemento público” procura, através da apropriação mensal de cada artista, abranger múltiplas áreas nas Artes como: Pintura, Escultura, Instalação, Ilustração, Graffiti, Vídeo, Fotografia e Desenho.







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